Kamen Rider Legend -Temporada 3 - Sachika, a Kamen Rider Happypare e o resgaste de Rakia - Capítulo 03
CAPÍTULO 3 — A PRIMEIRA BATALHA E O MEDO DE SER RIDER
Parte 1: O Nascimento de uma Rider
Quatro semanas depois, Sachika estava de pé no centro do laboratório, observando o Driver recém-criado em cima da bancada.
Era lindo.
O design lembrava um batedor industrial de confeitaria, com detalhes em rosa e branco que pareciam glacê. No centro, havia um compartimento onde o Gochizo Artificial seria inserido.
Sento estava ao lado, ajustando os últimos detalhes, enquanto George conferia os dados numa tela.
Shoma acompanhava o teste, ansioso.
Sento detalha:
—Tecnologia limpa, segura e adaptável — disse Sento, satisfeito. — Ele não utiliza o sistema biológico dos Granutes, então não há risco de mutação ou fome descontrolada.
George gesticulou, empolgado:
—The magic happens here, Sachika-san! Integrei o sistema de leitura de DNA dos meus Vistamps com a tecnologia de compressão de energia das Fullbottles do Sento.
Ele apontou para o compartimento frontal:
—O Driver possui um Conversor de Endorfina. Ele lê o seu desejo de fazer os outros felizes e transforma isso em frequência de luz sólida.
Sento pegou um pequeno dispositivo que parecia um bolo em miniatura.
—Como você não produz Gochizos naturalmente, criamos o Artificial Happy-Gochizo. Quando você o insere, o Driver extrai a “assinatura de sabor” da sua alma.
George sorriu, orgulhoso:
—É, literalmente, o poder da confeitaria transformado em física quântica. Magnificent!
Sachika tocou o Driver com cuidado, quase reverente.
— Eu… eu posso?
Sento assentiu.
—Não só pode, como deve. Ele foi feito pra você.
Com mãos trêmulas, ela pegou o Driver e o prendeu na cintura.
Assim que o fecho clicou, ela sentiu uma vibração suave — como se o dispositivo estivesse… reconhecendo ela.
Shoma, que observava de longe, sorriu nervoso.
— Tá pronta?
Sachika respirou fundo.
— Acho que sim.
Misora, Sakura e Sawa — as integrantes das Riders Girls Remix — estavam presentes, observando com expectativa.
—Vai dar certo — disse Misora, com confiança.
Sachika pegou o Happy-Gochizo, sentindo o peso leve do dispositivo.
—É agora!
Ela inseriu o Gochizo no Driver.
CLICK.
Girou a manivela lateral.
WHIRRRR.
E então, com a voz firme, e uma pose estilosa só dela; onde ergue o punho direito pra cima, enquanto flexiona o braço esquerdo com as mãos espalmadas fazendo um círculo completo pra frente; ela brada:
— Henshin!
Por um instante, nada aconteceu.
Então, uma onda de calor suave se espalhou pelo corpo dela — não doloroso, mas… reconfortante. Como o cheiro de bolo saindo do forno.
Como o sabor de uma memória feliz.
Em frações milésimos de segundos, uma luz rosa e branca envolveu Sachika, desenhando a armadura ao redor dela em camadas brilhantes.
Quando a transformação terminou, ela estava… diferente.
A armadura era elegante, em tons de branco e rosa-claro, com detalhes que lembravam chantilly e morangos. O visor tinha o formato ovalado estilizado, com um pequeno coração acima do visor e nas laterais havia pequenos relevos que pareciam confeitos.
Kamen Rider Happypare estava de pé!
Sachika, ainda sem acreditar, olhou para as próprias mãos, sentindo o poder fluir através dela.
— Eu… eu consegui…
Shoma sorriu, emocionado.
— Você ficou incrível, Sachika-san!
George aplaudiu:
— Very sweet! Very powerful!
Sento, mais contido, apenas assentiu com satisfação:
— Agora… — disse ele, sério. — Vamos ver se funciona de verdade.
Parte 2: O Alerta
O teste de campo não demorou a chegar.
Dois dias depois, Sento recebeu um alerta nos sensores.
Não era como as leituras anteriores.
Era… mais intenso.
—Distorção dimensional — murmurou ele, analisando os dados. — E não é pequena.
George se aproximou, sério pela primeira vez.
— Granutes?
—Não sei, Karizaki...
—A assinatura é… estranha. Como se algo estivesse forçando passagem entre os mundos.
Shoma já estava com o GavvDriver nas mãos.
— Onde?
—Zona portuária. Armazéns antigos.
Sachika sentiu o coração acelerar e se preocupou:
— Tem gente lá?
Sento responde:
—Alguns trabalhadores noturnos. Poucos, mas não zero.
Ela, decidida, já estava pegando o Driver.
— Então vamos.
Kazuma Kenzaki, que tinha chegado ao laboratório mais cedo, se posicionou ao lado dela.
—Eu vou junto. Primeira missão é sempre a mais perigosa.
Shoma concordou:
— Obrigado Kazuma-senpai. E eu também vou.
Sento ajeitou os óculos.
—Certo. Misora, Sakura, Sawa, vocês ficam no suporte. Mantenham comunicação aberta.
Misora assentiu.
— Boa sorte.
Parte 3: A Criatura da Fronteira
O porto à noite era um lugar fantasmagórico.
Contêineres empilhados criavam labirintos de sombras.
O som da água batendo contra as docas ecoava baixo. E o ar… o ar estava errado.
Sachika sentiu o Driver vibrar em sua cintura.
—Vocês sentem isso? — perguntou.
— Sinto — confirmou Shoma. — É como se… o espaço tivesse uma pressão.
Blade já transformado, sacou a espada.
— Fiquem atentos.
Então, de repente, o ar à frente deles tremeluziu.
Não foi uma explosão.
Foi como se o mundo tivesse… rasgado.
Uma rachadura luminosa se abriu no espaço, irregular, pulsando com energia instável.
E algo começou a se forçar para fora.
Primeiro, uma garra cristalina.
Depois, um corpo massivo, disforme, feito de placas que lembravam pedra do Mundo Granute, mas atravessadas por veios de energia distorcida.
A criatura soltou um rugido grave, como rochas se triturando.
—Que diabos é aquilo? — murmurou Shoma.
Sento, pelo comunicador, analisava os dados em tempo real:
— É um eco dimensional. Uma criatura presa entre dois mundos. Instável. Perigosa.
A criatura deu um passo pesado em direção aos armazéns.
Blade se posicionou.
—Não vamos deixar passar.
Shoma transformou primeiro, acionando a manivela de seu GavvDriver.
— Henshin!
Seus olhos ganharam uma coloração roxa, e através do Gochizo PoppinGummy, ele se abaixa devagar, sendo envolvido por uma enorme embalagem plástica de balas de gomas.
O GavvDriver emite um alerta:
—PoppinGummy...Juyci!!!!
Gavv surgiu, pronto para o combate.
Sachika respirou fundo, sentindo o medo apertar o peito.
“Eu treinei pra isso. Eu consigo.” — ela pensou, em frações de segundos.
Ela pegou o Happy-Gochizo, inseriu no Driver e girou a manivela, repetindo o gesto de quando recebeu o drive das mãos de Sento e Karizaki.
— Henshin!
A luz rosa envolveu ela novamente.
Kamen Rider Happypare estava pronta.
—Vamos! — disse Blade, firme.
E avançaram.
Parte 4: O Erro
O porto estava silencioso demais.
O ar parecia comprimido.
De repente, como se um véu rasgasse o ar de cima abaixo, uma grande rachadura dimensional se abriu.
Mas não foi caótica.
Foi precisa.
Uma mão de pedra cristalina segurou a borda da fenda.
Depois outra.
E então ele saiu.
Alto.
Imponente.
Armadura de placas rochosas pulsando com veios vermelhos. Um único visor de tons roxeados vertical brilhava no rosto.
Uma voz quase inumana, imponente e repleta de ecos é ouvida pelos Riders em ação.
—Intrusa detectada. Contaminação dimensional confirmada.
O chão rachou sob seu passo.
— A fronteira… não perdoa.
— Eu sou Keeper. Guardião da Fronteira.
O visor fixou-se em Sachika.
Keeper não teve tempo de atacá-la naquele primeiro instante.
A batalha começou rápida.
Gavv atacou primeiro, usando sua velocidade para distrair Keeper.
Blade aproveitou a ação de Gavv e cortou a criatura pelas laterais, mirando nas articulações, mostrando que apesar de ser jovem, Gavv tinha uma ótima leitura de combate.
Não precisou Blade dizer o que fazer.
Gavv já tinha agido.
Mas, para surpresa de ambos, Keeper; apesar dos golpes recebidos, se mostrava praticamente intacto.
Seu cérebro eletrônico lhe diz:
—Veterano e jovem guerreiro. Boa combinação. Ataque sincronizado, mas insuficiente...
Seu visor captava tudo e voltou-se para ela:
— E você… medo envolvido em doçura artificial.
E Sachika como Happypare, no entanto,… hesitou.
Por apenas um segundo...
Mas foi o suficiente.
A criatura girou o corpo e a acertou com um golpe lateral, arremessando-a contra um contêiner.
CRASH.
—Sachika-san! — Shoma gritou.
Apesar do impacto, a armadura resistiu bem e Happypare tentou um contra-ataque:
-Happycake Punch!!!
O golpe era um soco giratório estilizado, como se fosse uma batedeira
Porém, seu soco não causou dano.
Keeper bloqueou o golpe com facilidade.
— Patética!
Na sequência, com a mão direita, ele atingiu o Driver.
A rachadura surgiu.
O medo quase a engoliu.
Ela caiu no chão, sentindo a armadura absorver o impacto, mas ainda assim… doeu.
“Levanta. Levanta!” —ela se cobrou, forçando o corpo a obedecer e levantando-se com dificuldade.
A criatura avançou de novo, mas Blade a interceptou.
— Foca! — ele gritou. — Não pensa demais!
Sachika respirou fundo, tentando controlar o pânico.
“Eu consigo. Eu consigo!”
Ela correu e desferiu uma voadora.
Imperfeita, mas acertou Keeper.
Porém, ao olhar para o lado, percebeu algo que a fez gelar:
Um trabalhador portuário estava parado, paralisado de medo, bem na trajetória da criatura.
—Sai daí! — Sachika gritou, em pânico.
O homem não se moveu.
A criatura ergueu a garra.
Sachika, nesse instante, age por instinto e corre na direção do homem, empurrando-o para o lado.
E levou o golpe direto.
WHAM.
Ela foi arremessada vários metros para trás, rolando pelo chão antes de parar.
A visão escureceu por um segundo.
—SACHIKA-SAN! — Shoma estava ao lado dela em instantes. — Você tá bem?!
Ela tentou responder, mas a dor era intensa.
— Eu… eu salvei ele? — foi a sua única preocupação.
—Salvou. Mas você quase morreu!
Blade, em fúria, usou todo o seu poder e na forma King terminou de abater a Keeper com um golpe final.
Blade ergueu a Rouzer em posição vertical, as cartas de poder brilhando intensamente ao redor da lâmina.
— Royal Straight Flush!
As cinco cartas douradas giraram no ar, alinhando-se diante dele como um selo ancestral.
A energia se condensou em um único feixe concentrado.
Blade avançou em um corte vertical absoluto.
O impacto rasgou o ar.
A fenda dimensional atrás de Keeper vibrou violentamente, como se estivesse sendo forçada a fechar.
O corpo cristalino do Guardião se partiu em fragmentos luminosos, que ecoaram como vidro se quebrando dentro de uma caverna infinita.
O espaço ao redor se estabilizou — mas por um instante, todos sentiram que algo… havia observado.
Keeper começou a se desfazer, mas teve tempo de se dirigir á Happypare e dizer:
— Você não deveria existir… mas existe.
—A Fronteira vai reagir. Prepare-se, intrusa.
Na sequência, cristais de energia se dispersaram por completo.
O silêncio impera.
Blade, aflito, corre em direção a Sachika e a Shoma.
—Ela tá ferida? — se preocupou.
—Tô… tô bem, Kazuma-senpai.. — Sachika forçou, tentando se levantar.
Mas as pernas tremiam.
Blade toca de leve em seu ombro:
—Fico aliviado...Você é uma aluna dedicada.
—Vamos! Precisamos voltar
E, pela primeira vez, ela sentiu o peso real do que tinha escolhido.
“Isso… isso não é um jogo”... — ela pensou
Parte 5: A dor da dúvida
De volta ao laboratório, Sachika estava sentada numa cadeira enquanto Sento verificava os dados do Driver.
— A armadura segurou bem — disse ele. — Mas você levou um impacto pesado. Se não fosse a proteção…
Ele não terminou a frase.
Não precisava.
Shoma estava encostado na parede, de braços cruzados, claramente frustrado.
—Você quase morreu, Sachika-san.
Quase que instintivamente, Sachika respondeu:
— Eu salvei aquele homem.
Ela respirou com dificuldade antes de completar:
— Eu não pensei… eu só… não podia deixar ele morrer.
A voz dela não era de orgulho.
Era de alguém que ainda estava tentando entender o próprio impulso.
Shoma, angustiado, questiona-a de modo enérgico:
—Isso foi perigoso. E se não tivesse sido rápida o suficiente? E se o Blade, com toda a sua experiência, não tivesse terminado com a criatura a tempo?
—Eu não suportaria te perder!
Ela ficou em silêncio.
Porque ele tinha razão.
Kenzaki se aproximou, sério.
Mas, ele não queria desanimar sua pupila.
Cabia a ele incentivá-la, mas para isso, precisava entendê-la:
—Você hesitou no começo. Por quê?
Sachika desviou o olhar.
— Eu… eu fiquei com medo.
— De quê? — ele insistiu.
— De errar. De não ser forte o suficiente. De… de falhar.
Kenzaki cruzou os braços.
—Medo é normal. Eu também tenho...Mas hesitar pode custar vidas. A sua. E a de outras pessoas.
Sachika apertou os punhos.
— Eu sei. Eu sei disso. Mas… na hora… eu travei.
Shoma se aproximou, mais calmo agora.
—Sachika-san… você salvou aquele homem. Isso conta.
—Mas eu quase morri no processo. — ela abaixa a cabeça, se sentindo culpada
—Mas não morreu. — ele tocou o ombro dela. — E da próxima vez, você vai ser mais rápida.
Sachika olhou para ele, depois para Kenzaki, depois para o Driver em sua cintura.
—Será que eu realmente consigo?
Antes que pudesse responder, uma voz ecoou na mente dela — familiar, mesmo que distante:
“Você salvou alguém. Isso é o que importa.”
Era Zeztz.
Sachika fechou os olhos.
Eu não posso desistir agora.
Quando abriu de novo, havia determinação no olhar.
—Kazuma-senpai, Umasho...
—Eu vou treinar mais. Vou ficar mais forte. E da próxima vez… — ela cerrou os punhos —…eu não vou hesitar. Eu prometo!
Kenzaki assentiu, satisfeito:
— Era isso que queria ouvir de você.
Shoma sorriu, aliviado.
E, naquele momento, Sachika entendeu algo importante:
Ser uma Rider não significava não ter medo.
Significava ter medo…e escolher lutar mesmo assim.
Parte 6: O Aviso de Zeztz
Naquela noite, Sachika sonhou novamente.
O chão de vidro escuro. O céu de nuvens rápidas. A linha de luz ao longe.
A enorme Lua Minguante avermelhada no céu.
E Zeztz , esperando.
— Você lutou bem — disse ele, assim que ela apareceu. — O seu mestre Kenzaki está orgulhoso de você.
— Eu quase morri. — ela se culpa.
— Mas não morreu. — ele se aproximou lentamente. — E você salvou alguém. Isso não é pouca coisa.
— Kenzaki sabe disso. Shoma sabe disso. Sento e Karizaki também sabem disso...
—Errar faz parte da caminhada. O importante é acreditar em si mesma e seguir adiante.
Sachika suspirou.
— Eu hesitei. Se eu tivesse sido mais rápida…
—Você teria errado de outro jeito. — Zeztz cortou. — Primeira batalha sempre é assim. Você aprende mais errando do que acertando.
Ela olhou para ele.
— E agora?
— Agora… — Zeztz apontou para a linha de luz. — Você precisa entender o que está vindo.
Após uma pequena pausa, Zeztz prossegue:
—Aquele era um Keeper, uma espécie de Granutes diferente que atuam como guardiões de fronteira.
Sachika, nesse instante, se recorda da fala de Keeper:
— Ele disse que eu não deveria existir.
Zeztz responde:
— E ele está certo.
O silêncio foi pesado.
Zeztz prossegue;
—Riders que transformam emoções humanas em poder, como você, perturbam o equilíbrio. A Fronteira odeia anomalias.
—E o equilíbrio… sempre tenta se corrigir.
Ele não elevou o tom.
Mas a frase pesou mais do que qualquer explicação.
—O seu surgimento como Rider não foi por acaso...
—Nada na Fronteira acontece por acidente.
Sachika começava a entender o cenário:
— Quantos Keepers existem?
— Mais do que você gostaria de saber.
Ele se aproximou mais e toca-lhe no ombro.
— E agora eles sabem de você.
Sachika se assusta:
— O quê?
Zeztz esclarece:
—A fronteira está enfraquecendo mais rápido do que esperávamos. Aquela criatura que você enfrentou? Foi só o começo.
—Mas eu cuido disso… — acrescentou ele, em um tom mais baixo, quase para si mesmo.
Foi a primeira vez que Sachika sentiu que, por trás da postura distante, Zeztz carregava responsabilidade.
Sachika sentiu o coração apertar:
— Lakian…
—Ainda está vivo. Mas o tempo está acabando. — Zeztz a encarou. — Se você quer salvá-lo, vai precisar atravessar a fronteira. E lá… as regras são diferentes.
—Diferentes como? — ela perguntou assustada.
—Sonho e realidade se misturam. Seus medos ganham forma. Suas memórias podem te trair.
Ele fez uma pausa para que Sachika absorvesse corretamente aquela explicação.
—E você vai precisar estar pronta. Mentalmente. Emocionalmente. Não apenas fisicamente.
Sachika assentiu, determinada.
— Então me ensina.
O visor de Zeztz brilhou num vermelho reluzente — a primeira vez que ela via algo parecido com aprovação nele.
Era como que, de dentro da máscara, ele tivesse sorrido pra ela.
— Já comecei. O treinamento de Blade e a ajuda do jovem Shoma foi a sua base. A partir de agora, construiremos juntos a estrutura.
Sachika respirou fundo.
As coisas começavam a se encaixar em sua mente.
Ela tinha uma missão maior do que havia suposto anteriormente:
—Então, como prometi ao Umasho e ao Kazuma-senpai, eu vou ficar mais forte.
—Essa promessa também faço a você, Zeztz!
Zeztz inclinou levemente a cabeça, aprovando a decisão de Sachika.
Antes de desaparecer, ele diz:
— Tenha bons sonhos.
E, no mundo real, enquanto Sachika dormia, a fronteira entre mundos tremia novamente.
Algo estava vindo...
Algo maior...
E a jornada de Kamen Rider Happypare… estava apenas começando...







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